quarta-feira, 30 de abril de 2014

Evento de apresentação das conclusões do mapeamento acontece dia 06/05


No dia 06 de maio, próxima terça, será realizada a apresentação das conclusões da pesquisa do mapeamento de terreiros no Rio de Janeiro, que resultou no livro "Presença do Axé - Mapeando Terreiros no Rio de Janeiro".

O evento, que ocorrerá entre 18h30 e 21h30, será realizado no Auditório Pe. Anchieta, na PUC-RIO, que fica na Rua Marquês de São Vicente, nº225 - Gávea / Rio de Janeiro.

Veja a abaixo a programação completa do evento:


Homenagem ao Orixá OGUM será domingo, 04 de maio, às 14H


Oração do dia 29/04 - Bendita seja a Mãe Terra!


Bendito seja o grande Pai Criador! Bendita seja a Mãe Terra!

Obrigada pelo amanhecer de mais um dia que se transfigura no renascer das oportunidades no recomeço.

Que nesse dia, eu deixe de olhar para as mazelas ao meu redor e olhe para dentro de mim. Não como uma atitude hipócrita de maquiagem, achando que está tudo sob controle, mas na busca real das minhas necessidades e anseios, buscando sim curar minha alma e consequentemente meu corpo do desgaste causado pela minha falta de equilíbrio.

Que nesse dia eu perceba a beleza que vive dentro de mim, iluminada pela chama da fé divina que acende meu coração e espanta toda a treva que possa tentar me fazer desistir. Dando-me novo folego para recomeçar sem esquecer os aprendizados que obtive com os erros de outrora, mas que eu seja capaz de me perdoar, pois só assim poderei curar meu espírito que muitas vezes somatiza a minha falta de capacidade de expressar minha dor adoecendo meu corpo e minha mente.

Que o grande Criador do Universo me cubra com seu manto de força e coragem a fim de que eu me sinta amparada pelos Seus anjos, que me lembram a todo dia que sou merecedora do néctar da felicidade, que é doce como mel.

Que eu me sinta cuidada e amparada por essa força magnífica que muda as fases da lua, a direção dos ventos, as marés e que faz o rio sempre encontrar o mar.

Que seja essa força que renasça em vida a cada dia quando meus olhos se abrirem em mais um amanhecer, lembrando que eu sou um espírito forte e tenho luz e que essa luz será irradiada a todos que estiverem ao meu redor.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Oração do dia: Ajude-me, Pai, a mirar-me no abebé das Iabás


Louvado, seja, Pai Amado! Abençoe esse dia que se inicia mais uma vez na minha jornada terrestre, permitindo que eu tenha mais uma oportunidade de recomeço, de refazimento, de acerto dos meus débitos e de transformação da minha alma.

Que essa transformação seja pautada no trabalho pelo bem, na construção de uma forma justa de tratar meus irmãos.

Que eu exercite a prática do perdão em um mundo noqual o julgamento é mais forte do que nossa capacidade de entendimento das fraquezas alheias quando nós mesmos somos portadores dos mais vis sentimentos.

Quanto ainda nos falta do entendimento de que o que mais abominamos são os reflexos de nossa personalidade que nosso orgulho não nos deixa enxergar...

Ajude-me, Pai, a mirar-me no abebé das Iabás e enxergar o que está por traz do meu olhar na ânsia de paz, pois escondido no meu pedido de ajuda está muitas vezes um coração endurecido.

E oculta na minha suplica de bálsamo está minha alma arraigada no julgamento de uma verdade que nem eu mesma conheço

Ah, Pai, ajuda-me a desvendar-me! Ajude-me a encarar de frente os sentimentos que me mantém presa na teia das ilusões e que quanto mais eu me debato, mais eu me prendo.

Mas, principalmente, não me deixe apontar o outro como causador dos meus dissabores quando esse causador é o meu próprio instinto que age em dissonância com Tua vontade.

Ampara-me na Tua graça, e me ensina a caminhar nas pegadas de Jesus, que viveu na prática do bem, semeando as palavras de Deus sem julgar as pessoas.

Seja cada dia mais viva Tua luz em meu coração enquanto eu estiver imbuída na prática do bem, do amor e do perdão.

Que assim seja e assim se faça!

#DicaLiteráriaCasadoPerdão - A Pérola Negra (Bezerra de Menezes)

#DicaLiteráriaCasadoPerdão 

Título: A Pérola Negra
Autor: Bezerra de Menezes (sob o pseudônimo Max)
Editora: FEB

Sinopse: Fruto da imaginação fecunda do Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, sob o pseudônimo Max, este magnífico romance de caráter abolicionista e repleto de ensinamentos doutrinários narra a saga de Honorina, conhecida como a Pérola Negra, escrava evoluída, reencarnacionista e resignada com sua árdua expiação.
Ambientado em grande parte no território cearense, mas também no Amazonas e no Pará, a história apresenta aventuras entre os indígenas do Pará, fugas e rebeliões de escravos, desajustes de ordem financeira, separações em família, problemas conjugais.

No enredo, a ficção se funde à realidade: ao final, o autor oferece um resumo do Brasil abolicionista, citando importantes figuras do movimento que culminou com o episódio de 13 de maio de 1888.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Oração de hoje: Paracori, Ogum! Salve meu Pai guerreiro!


Paracori, Ogum! Salve meu Pai guerreiro!

Eu te agradeço neste momento por me guiar a cortar todo mal que surgir no meu caminho.
Salve a sua força e tua garra neste dia e que não me falte a tua honra e coragem para as batalhas da minha vida.

Com a força do teu poder de defesa, eu me coloco na proteção do teu escudo, para combater contra todo mal e influência negativa que ousar cruzar a minha estrada do caminho reto da luz de Oxalá.

Me dê da tua coragem para enfrentar os desafios que estão a minha frente e que o dragão do meu instinto esteja domado com os ensinamentos de Umbanda, para que com essa força eu possa seguir adiante.

Como já diz a oração de São Jorge saudado como Ogum pelo sincretismo religioso, “com sua couraça, sua espada e seu escudo, que representam a fé, a esperança e a caridade, eu andarei vestido, para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem e nem pensamentos possam ter, para me fazer mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrarão sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo tocar”.

Protege-me, Pai Ogum! Seja sempre o comandante da minha vida! Patacori!