Oraieieu, Oxum! Louvada seja a Deusa dourada das minhas de ouro!
Que o amor que brota do mistério do olho d'água seja presente em minha vida perfumando os dias da minha existência com a mais doce essência dos céus.
Que a Senhora, minha mãe, seja soberana na minha vida, trazendo a doçura daqueles que tem o coração repleto da tua luz, mas com a mesma força de uma cachoeira que se lança rumo ao infinito, que eu não tema em seguir o meu caminho, mesmo que eu não consiga entender bem o que há a frente.
Ah, minha Mãe! Me dá também da Tua sabedoria para não querer mover as montanhas, mas sim contornar os obstáculos para seguir em frente, sem me deixar abater.
Guarda-me dos devaneios proporcionados pela minha carência. Devaneios que me fazem ver o que na verdade não existe e colher onde não plantei. Mas que eu seja lírio a perfumar a vida daqueles que estiverem ao meu redor, trazendo o melhor de mim a tona em cada momento da minha vida.
Ajuda-me, mãe, a controlar os meus impulsos que repletos de insanidade, me impedem de olhar para frente e fazem com que me perca nas ilusões mundanas do imediatismo.
Ensina esse meu coração, ainda tão leviano a saber esperar o momento certo das flores que Jesus plantou dentro de mim florescerem e, enquanto isso não acontece, que eu saiba manter-me firme e confiante e me alimente da fé, que é a certeza daquilo que não posso ver.
Ensina-me a ser digna de ser reconhecida como Tua Filha e que assim sendo, possa reluzir a luz da Tua presença onde quer que eu ande agindo de maneira que eu não envergonhe a Senhora, Mãe Oxum, para que a Umbanda não se envergonhe de mim.
Oraieieu, Oxum!
Que o amor que brota do mistério do olho d'água seja presente em minha vida perfumando os dias da minha existência com a mais doce essência dos céus.
Que a Senhora, minha mãe, seja soberana na minha vida, trazendo a doçura daqueles que tem o coração repleto da tua luz, mas com a mesma força de uma cachoeira que se lança rumo ao infinito, que eu não tema em seguir o meu caminho, mesmo que eu não consiga entender bem o que há a frente.
Ah, minha Mãe! Me dá também da Tua sabedoria para não querer mover as montanhas, mas sim contornar os obstáculos para seguir em frente, sem me deixar abater.
Guarda-me dos devaneios proporcionados pela minha carência. Devaneios que me fazem ver o que na verdade não existe e colher onde não plantei. Mas que eu seja lírio a perfumar a vida daqueles que estiverem ao meu redor, trazendo o melhor de mim a tona em cada momento da minha vida.
Ajuda-me, mãe, a controlar os meus impulsos que repletos de insanidade, me impedem de olhar para frente e fazem com que me perca nas ilusões mundanas do imediatismo.
Ensina esse meu coração, ainda tão leviano a saber esperar o momento certo das flores que Jesus plantou dentro de mim florescerem e, enquanto isso não acontece, que eu saiba manter-me firme e confiante e me alimente da fé, que é a certeza daquilo que não posso ver.
Ensina-me a ser digna de ser reconhecida como Tua Filha e que assim sendo, possa reluzir a luz da Tua presença onde quer que eu ande agindo de maneira que eu não envergonhe a Senhora, Mãe Oxum, para que a Umbanda não se envergonhe de mim.
Oraieieu, Oxum!
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